quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O amor



Um pescador certa vez pescou um salmão. Quando viu seu extraordinário tamanho, exclamou: "Que peixe maravilhoso! Vou levá-lo ao Barão! Ele adora salmão fresco."O pobre peixe consolou-se, pensando: "Ainda posso ter alguma esperança."O pescador levou o peixe à propriedade do nobre, e o guarda na entrada perguntou: "O que tem aí?""Um salmão", respondeu o pescador, orgulhoso."Ótimo", disse o guarda. "O Barão adora salmão fresco."O peixe deduziu que havia motivos para ter esperança. O pescador entrou no palácio, e embora o peixe mal pudesse respirar, ainda estava otimista. Afinal, o Barão adora salmão, pensou ele.O peixe foi levado à cozinha, e todos os cozinheiros comentaram o quanto o Barão gostava de salmão. O peixe foi colocado sobre a mesa e quando o Barão entrou, ordenou: "Cortem fora a cauda, a cabeça, e abram o salmão."
Com seu último sopro de vida, o peixe gritou em desespero: "Por que você mente? Se realmente me ama, cuide de mim, deixe-me viver. Você não gosta de salmão, gosta de si mesmo!"ReflexãoUma mãe levou o filho pequeno ao fundo de um vale, e disse: "Grite as palavras: 'Eu te odeio'!" De repente, ele ouviu o som assustador de "EU TE ODEIO, Eu Te Odeio, Eu Te Odeio!" ecoando pelo vale.Ela voltou-se para o filho e pediu: "Agora grite as palavras 'Eu Te Amo' o mais alto que puder."Ele gritou com todas as forças: "EU TE AMO!" De repente, ouviu: "Eu TE AMO, Eu Te Amo, Eu Te Amo!" ecoando ao seu redor."Olhe dentro de um lago e veja um espelho de água refletindo sua imagem. Ame outra alma e seu amor se refletirá de volta para você."




sábado, 28 de julho de 2012

Programação sobre alimentação Saudável

Estará ocorrendo próximo sábado, 04 de agosto as 16 horas uma programação sobre alimentação saudável, na nossa igreja, com a presença de uma nutricionista. faça planos de chegar cedo, pois quem estiver presente antes da 16 horas estará concorrendo a brindes! Aguardamos você!

A Ovelha perdida


Jesus contou uma parábola aparentemente muito singela – a da Ovelha Perdida, de Lucas 15. Mas no verso 5 encontrei algo que me fez parar um pouco mais para pensar. Jesus disse: “Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo.”
Como assim? Ele nem fica com raiva de ter que buscar uma ovelha de cabeça dura, colocando em risco as outras noventa e nove? Esse negócio de ficar correndo atrás de ovelha teimosa é cansativo, é para quem tem mais tempo e disposição na vida, o que acha?
Jesus abre o coração e revela Sua completa disposição de amar a ovelha perdida de forma irrestrita. Ele passa a ideia de que tem alegria em resgatar, socorrer, cuidar…
Se eu estivesse no lugar deste pastor, talvez eu fosse atrás da ovelha perdida e quando a encontrasse daria uma palmadinha nela, colocaria uma corda em seu pescoço e faria o caminho de volta dizendo umas poucas e boas para ela. Você está assustado comigo? Esperaria de mim outra atitude? Não é assim que nós agimos na maioria das vezes com quem erra?
Mas, é incrível mesmo o amor de Jesus, o Bom Pastor, ele deixa as noventa e nove no aprisco – bem cuidadas é claro – e depois vai procurar a ovelha perdida e quando a encontra fica feliz, coloca em seus ombros a “errante ferida” e volta cantando e dando glórias a Deus. Esta cena me emociona! Como pode Deus me amar tanto assim?
Na verdade somos ovelhas errantes e feridas por tantas experiências desta vida difícil, por tantos caminhos desastrosos e frustrados. Estamos cansados de errar, não é verdade? O que nos motiva é o amor de Jesus que nunca desiste de nós. Ele nos busca sempre, com amor, sem irritação, xingamentos, reclamações ou condenações. Quase podemos ouvir fisicamente o som da voz de Jesus cantando para nós uma canção exclusiva, cheia de júbilo enquanto nos conduz novamente ao Seu aprisco.

domingo, 22 de julho de 2012

Onde está o teu coração?


Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. Mateus 6:21

Era o ano de1996, e eu estava fazendo uma série de evangelismo a 86 quilômetros de Curitiba, Paraná sede do distrito pastoral. Nosso sonho era fundar uma nova igreja nessa comunidade, na cidade de Cerro Azul.
Pedi ao irmão Antônio Sopperum um videocassete emprestado para usar no evangelismo. Após o trabalho evangelístico, eu ia devolver o videocassete. Mas, na saída de casa sofri um acidente, e o carro que bateu no meu atingiu o local em que estava o aparelho, quebrando-o completamente.
Quando comuniquei ao irmão Antônio que seu videocassete fora destruído, ele solicitou uma visita para a semana seguinte. Ele já era um homem idoso e frágil, porém seu coração estava forte em Cristo. No dia marcado, fui visitálo com o propósito de restituir o prejuízo do amado irmão. Em 1996, um videocassete de 6 cabeças novo, como era o dele, custava um valor significativo.
Ao chegar em sua casa, fui recebido com uma simpatia e amor cristão contagiantes. Após tomar um gostoso suco de uva feito por ele e sua esposa Helena, o irmão Antônio saiu da sala e voltou com um videocassete novo e me disse: “Pastor, já que o senhor quebrou meu videocassete na obra de Deus, eu quero lhe dar este novo de presente.” Eu respondi: “Irmão Antônio, o senhor teve um prejuízo e agora está ofertando, quando eu deveria restituílo.” Ele respondeu: “Pastor, meu coração não está em bens materiais. Quero ofertar este aparelho para a obra de Deus, já que o outro foi quebrado.”
Lembro-me com carinho a atitude de compreensão e amor do irmão Antônio Sopper. Hoje, temos em Cerro Azul uma bela igreja com 70 membros. Naquele ano, batizamos 27 pessoas para Jesus, usando o videocassete no evangelismo para cantar hinos e passar séries doutrinárias.
Querido membro do povo de Deus, onde está seu coração? Com o que você está preocupado? É o reino de Deus sua prioridade? Você tem prazer em ofertar ao Senhor? Lembre-se das palavras de Jesus: “Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (Mt 6:21).

Gilson Grudtner
Associação Sul Paranaense (USB)


Música Tesouro interpretada por Leonardo Gonçalves

domingo, 15 de julho de 2012

O Homem que mais defendeu as mulheres


As mulheres frequentemente foram silenciadas, controladas, diminuídas e tratadas como subumanas nas mais diversas sociedades humanas. Todavia, houve um homem que lutou sozinho contra o império do preconceito. Ele foi incompreendido, rejeitado, excluído, mas não desistiu dos seus idéias. Ninguém apostou tanto nas mulheres como ele. Fez das prostitutas rainhas, e das desprezadas, princesas. Muitos dizem que ele é o homem mais famoso da história, mas poucos sabem que foi ele quem mais defendeu as mulheres. Seu nome é Jesus Cristo, o Mestre dos Mestres na arte de viver. Esse texto não fala de uma religião, mas da filosofia e da psicologia do homem mais complexo e ousado de que se teve noticia.

Nos tempos de Jesus os homens adúlteros não sofriam punição severa. Todavia, a mulher adultera era arrastada em praça pública, suas vestes rasgadas e, com os seios à mostra, eram apedrejadas sem piedade. Enquanto sangravam e agonizavam, pediam compaixão, mas ninguém as ouvia. A cena, inesquecível, ficava gravada na mente e perturbava a alma para sempre.

Certa vez, uma mulher foi pega em adultério. Arrancaram-na da cama e a arrastaram centenas de metros até o lugar em que Jesus se encontrava. A mulher gritava “Piedade! Compaixão!”, enquanto era arrastada; suas vestes iam sendo rasgadas e sua pele sangrava esfolando-se na terra.

Jesus estava dando uma aula tranquila na frente do templo. Havia uma multidão ouvindo-o atentamente. Ele lhes ensinava que cada ser humano tem um inestimável valor, que a arte da tolerância é a força dos fortes, que a capacidade de perdoar está diretamente relacionada à maturidade das pessoas. Suas idéias revolucionavam o pensamento humano, por isso começou a ter muitos inimigos. Na época, os judeus constituíam um povo fascinante, mas havia um pequeno grupo de radicais que passou a odiar as idéias do Mestre. Quando trouxeram a mulher adultera até ele, a intenção era apedreja-lo juntamente com ela, usa-la como isca para destruí-lo.

Ao chegarem com a mulher diante dele, a multidão ficou perplexa. Destilando ódio, comentaram que ela fora pega em flagrante adultério. E perguntaram qual era a sentença dele. Se dissesse “Que seja apedrejada”, ele livraria a sua pele, mas destruiria seu projeto transcendental, seu discurso e principalmente seu amor pelo ser humano, em especial pelas mulheres. Se dissesse “Não a matem!”, ele e a mulher seriam imediatamente apedrejados, pois estariam indo contra a tradição daqueles radicais. Se os fariseus tivessem feito a mesma pergunta aos discípulos de Jesus, estes provavelmente teriam dito para mata-la. Assim se livrariam do risco de morrer.

Qual foi a primeira resposta do Mestre diante desse grave incidente? Se você pensou: “Quem não tem peado atire a primeira pedra!” , errou, essa foi a segunda resposta. A primeira foi não da resposta, foi o silêncio. Só o silêncio pode conter a sabedoria quando a vida está em risco. Nos primeiros 30 segundos de tensão cometemos os maiores erros de nossas vidas, ferimos quem mais amamos. Por isso, o silêncio é a oração dos sábios. Para o Mestre dos Mestres, aquela mulher, ainda que desconhecida, pobre, esfolada, rejeitada publicamente e adultera, era mais importante do que todo o ouro do mundo, tão valiosa como a mais pura das mulheres. Era uma joia raríssima, que tinha sonhos, expectativas, lágrimas, golpes de ousadia, recuos, enfim, uma historia fascinante, tão importante como a de qualquer mulher. Valia a pena correr riscos para resgata-la.

Para o Mestre dos Mestres não havia um padrão para classificar as mulheres. Todas eram igualmente belas, não importando a anatomia do seu corpo, não importando nem mesmo se erravam muito ou pouco. Jesus precisava mudar a mente dos acusadores, mas nunca ninguém conseguiu mudar a mente de linchadores. O “eu” deles era vítima das janelas do ódios, não eram autores da sua história, queria ver sangue. O que fazer, então?

Ao optar pelo silencio, Jesus optou por pensar antes de reagir. Ele escrevia na areia, porque escrevia no teatro da sua mente. Talvez dissesse para si mesmo: “Que homens são esses que não enxergam a riqueza dessa mulher? Por que querem que eu a julgue, se eu quero amá-la? Por que, em vez de olhar para os erros dela, não olham para seus próprios erros?”

O silencio inquietante de Jesus deixou os acusadores perplexos, levando-os a diminuir a temperatura da raiva, da tensão, oxigenando a racionalidade deles. Num segundo momento, eles voltaram a perguntar o veredicto do Mestre. Então, finalmente, ele se levantou. Fitou os fariseus nos olhos, como se dissesse: “Matem a mulher! Todavia, antes de apedreja-la, mudem a base do julgamento, tenham a coragem de ser transparentes em enxergar as suas falhas, erros e contradições”. Esse era o sentido de suas palavras. “Quem não tem pecado atire a primeira pedra!”

Os fariseus receberam um choque de lucidez com as palavras de Jesus. Saíram do cárcere das janelas killer e começaram a abrir as janelas light. Deixaram de ser vítimas do instinto de agressividade e passaram a gerenciar suas reações. O homo sapiens prevaleceu sobre o homo bios, a racionalidade voltou. O resultado é que eles saíram de cena. Os mais velhos saíram primeiro porque tinham acumulado mais falhas ao longo da vida ou porque eram mais conscientes delas.

Jesus olhou para a mulher e fez uma delicada pergunta: “Mulher, onde estão seus acusadores?” O que ele quis dizer com essa pergunta e por que a fez? Em primeiro lugar, ele chamou a adultera de “mulher”, deu-lhe o status mais nobre, o de um ser humano. Ele não perguntou com quantos homens ela dormira. Para o Mestre dos Mestres, a pessoa que erra é mais importante do que seus próprios erros. Aquela mulher não era uma pecadora, mas um ser humano maravilhoso. Em segundo lugar, perguntou: “Onde estão os seus acusadores? Ninguém a acusou?” Ela respondeu: “Ninguém”. Ele reagiu: “Nem eu”. Talvez ele fosse a única pessoa que tivesse condições de julga-la, mas não o fez. O homem que mais defendeu as mulheres não a julgou, mas compreendeu, não a excluiu, mas a abraçou. As sociedades ocidentais são cristãs apenas no nome, pois desrespeitam os princípios fundamentais vividos por Jesus. Um deles é o respeito incondicional pelas mulheres!
O homem que mais defendeu as mulheres não parou por aí. Sua ultima frase indica o apogeu da sua humanidade, o patamar mais sublime da solidariedade. Ele disse para a mulher: “Vá e refaça seus caminhos”. Essa frase abala os alicerces da psiquiatria, da psicologia e da filosofia. Jesus tinha todos os motivos para dizer: “De hoje em diante, sua vida me pertence, você deve ser minha discípula”. Os políticos e autoridades usam seu poder para que as pessoas os aplaudam e gravitem em sua órbita. Mas Jesus, apesar do seu descomunal poder sobre a mulher, foi desprendido de qualquer interesse. “Vá e revise a sua historia, cuide-se. Mulher, você não me deve nada. Você é livre!” 

Jesus a despediu, mas ela não foi embora. E por quê? Porque o amou. E, por amá-lo, o seguiu para sempre, inclusive até os pés da cruz, quando ele agonizava. Talvez essa mulher tenha sido Maria Madalena. A base fundamental da liberdade é a capacidade de escolha, e a capacidade de escolha só é plena quando temos liberdade de escolher o que amamos. Todavia, estamos vivendo em uma sociedade em que não conseguimos sequer amar a nós mesmos. Estamos nos tornando mais um número de cartão de crédito, mais um consumidor potencial. Isso é inaceitável.

(Texto adaptado do livro: A ditadura da Beleza e a revolução das mulheres de Augusto Cury.)

sábado, 14 de julho de 2012

Observância do Sábado



A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece o sábado como sinal distintivo de lealdade a Deus (Êx 20:8-11; 31:13-17; Ez 20:12, 20), cuja observância é pertinente a todos os seres humanos em todas as épocas e lugares (Is 56:1-7; Mc 2:27). Quando Deus “descansou” no sétimo dia da se­mana da criação, Ele também “santificou” e “abençoou” esse dia (Gn 2:2, 3), separando-o para uso sagrado e transformando-o em um canal de bênçãos para a humanidade. Aceitando o convite para deixar de lado seus “próprios interesses” durante o sábado (Is 58:13), os filhos de Deus observam esse dia como uma importante expressão da justificação pela fé em Cristo (Hb 4:4-11).
A observância do sábado é enunciada em Isaías 58:13, 14 nos seguintes termos: “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus ca­minhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleita­rás no Senhor.” Com base nesses princípios, a Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sé­timo Dia reafirma neste documento seu compromisso com a fidelidade à observância do sábado. 
1. Vida de santificação. A verdadeira observância do sábado se fundamenta em uma vida san­tificada pela graça de Cristo (Ez 20:12, 20); pois, “a fim de santificar o sábado, os homens precisam ser santos” (O Desejado de Todas as Nações, p. 283).
2. Crescimento espiritual. Como “um elo de ouro que nos une a Deus” (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 352), o sábado provê um contato mais próximo de Deus. Como tal, não devemos permitir que outras atividades, por mais nobres que sejam, enfraqueçam nossa comunhão com Deus nesse dia.
3. Preparação para o sábado. Antes do pôr do sol da sexta-feira (cf. Lv 23:32; Dt 16:6; Ne 13:19), as atividades seculares devem ser interrompidas (cf. Ne 13:13-22); a casa deve estar limpa e arrumada; as roupas, lavadas e passadas; os alimentos, devidamente providenciados (cf. Êx 16:22-30); e os membros da família, já prontos.
4. Início e término do sábado. O sábado é um dia de especial comunhão com Deus, e deve ser iniciado e terminado com breves e atrativos cultos de pôr do sol, com a participação dos membros da família. Nessas ocasiões, é oportuno cantar alguns hinos, ler uma passagem bíblica, seguida de comentários pertinentes, e expressar gratidão a Deus em oração. (Ver Tes­temunhos Para a Igreja, v. 6, p. 356-359.)
5. Pessoas sob nossa influência. O quarto mandamento do Decálogo orienta que, no sábado, todas as pessoas sob nossa influência devem ser dispensadas das atividades seculares (Êx 20:10). Isso implica os demais membros da família, bem como os empregados e hóspedes; que também sejam estimulados a observar o sábado.
6. Espírito de comunhão. Como dia por excelência de comunhão com Deus (Ez 20:12, 20), o sábado deve se caracterizar por um prazeroso e alegre compromisso com as prioridades espi­rituais, com momentos especiais de leitura da Bíblia, oração e, se possível, de contato com a natureza (cf. At 16:13). Esse compromisso deverá ser mantido na escolha dos assuntos abor­dados também em nossos diálogos informais com familiares e amigos.
 7. Reuniões da igreja. Somos admoestados a não deixar “de congregar-nos, como é costume de alguns” (Hb 10:25). Portanto, as programações e atividades regulares da igreja aos sábados devem ter precedência sobre outros compromissos pessoais e sociais, mesmo que estes sejam pertinentes para o sábado.
8. Casamentos e festas. O convite para deixar de lado nossos “próprios interesses” no sábado (Is 58:13) indica que casamentos e festas, incluindo seus devidos preparativos, devem ser realiza­dos fora desse período sagrado. Casamentos e algumas festas mais suntuosas não devem ser planejados para os sábados à noite, pois seus preparativos envolvem expectativas e atividades não condizentes com o espírito de comunhão com Deus.
9. Mídia secular. A mídia secular, em todas as suas formas, deve ser deixada de lado durante as horas do sábado, para que este, rompendo com a rotina da vida, possa ser um dia “deleitoso e santo” (Is 58:13).
10. Esportes e lazer. Muitas atividades esportivas e de lazer, aceitáveis durante a semana, não são con­dizentes com a observância do sábado, pois desviam a mente das questões espirituais (Is 58:13).
11. Horas de sono. A Bíblia define o sábado como dia de “repouso solene” (Êx 31:15), e não como dia de recuperar o sono atrasado da semana. Ricas bênçãos advirão de levantar cedo no sába­do, dedicando esse dia ao serviço do Senhor. (Ver Conselhos Sobre a Escola Sabatina, p. 170.)
12. Viagens. A realização de viagens por questões de trabalho ou interesses particulares é impró­pria para o sábado. Existem, porém, ocasiões excepcionais em que se torna necessário viajar no sábado para atender a algum compromisso religioso ou situações emergenciais. Sempre que possível, os devidos preparativos, incluindo a compra de passagens e o abastecimento de combustível, devem ser feitos com a devida antecedência. (Ver Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 359, 360.)
13. Excursões e acampamentos. A realização de excursões e acampamentos pode promover a socialização cristã (cf. Sl 42:4). Mas seus organizadores e demais participantes devem chegar ao devido local antes do início do sábado e montar sua estrutura, incluindo suas barracas, de modo que o santo dia possa ser observado segundo o mandamento. Além disso, as atividades durante as horas do sábado devem ser condizentes com o espírito sagrado desse dia.
14. Restaurantes e alimentação. A recomendação de que o alimento deve ser provido com a de­vida antecedência (Êx 16:4, 5; 22-30) significa que ele deve ser comprado fora das horas do sábado, e que a frequência a restaurantes comerciais nesse dia deve ser evitada.
15. Medicamentos. A compra de medicamentos durante o sábado é aceitável em situações emer­genciais (cf. Lc 14:5), e imprópria quando a pessoa já os necessitava, e acabou postergando sua compra para esse dia.
16. Estágios e práticas escolares. O quarto mandamento do Decálogo (Êx 20:8-11) desabona a realização de atividades seculares no sábado, que gerem lucro ou benefício material. Envolvi­dos em tais atividades estão os programas de planejamento e preparo para a vida profissional, incluindo a frequência às aulas e a participação em estágios, simpósios, seminários e palestras de cunho profissional, concursos públicos e exames seletivos. Em caso de confinamento para a prestação de exames após o término do sábado, as horas desse dia devem ser gastas em ati­vidades espirituais.
 17. Escolha e exercício da profissão. A estrutura da sociedade em geral nem sempre favorece a ob­servância do sábado, e acaba disponibilizando profissões e atividades que, embora sejam dig­nas, dificultam essa prática. Os adventistas do sétimo dia devem escolher e exercer profissões condizentes com a devida observância do sábado. Somos advertidos de que, se alguém, “por amor ao lucro, consente em que o negócio em que tem interesses seja atendido no sábado pelo sócio incrédulo, esse alguém é tão culpado quanto o incrédulo; e tem o dever de dissolver a sociedade, por mais que perca por assim proceder” (Evangelismo, p. 245).
18. Instituições de serviços básicos. A orientação de não fazer “nenhum trabalho” durante o sába­do (Êx 20:10) indica que os observadores do sábado devem se abster de trabalhar nesse dia, mesmo em instituições seculares de serviços básicos. Instituições denominacionais que não podem fechar aos sábados (cf. Jo 5:17), incluindo os internatos adventistas, devem ser opera­das nesse dia por um grupo reduzido e em forma de rodízio.
19. Atividades médicas e de saúde. Existem situações emergenciais que os profissionais da saúde devem atender, com base no princípio de que “é lícito curar no sábado” (Lc 14:3). Os hospitais adventistas necessitam dos préstimos de uma equipe médica, de enfermagem e de outros serviços básicos para o funcionamento nas horas do sábado. Mas os plantões rotineiros, tanto médicos quanto de enfermagem, em hospitais não adventistas, são impróprios para as horas do sábado. (Ver Ellen G. White Estate, “Conselhos de Ellen G. White Sobre o Trabalho aos Sá­bados em Instituições Médicas Adventistas e Não Adventistas”, em www.centrowhite.org.br.)
20. Projetos assistenciais. Cristo disse que “é licito, nos sábados, fazer o bem” (Mt 12:12). Isso significa que “toda atividade secular deve ser suspensa, mas as obras de misericórdia e benefi­cência estão em harmonia com o propósito do Senhor. Elas não devem ser limitadas a tempo ou lugar. Aliviar os aflitos, confortar os tristes, é um trabalho de amor que faz honra ao dia de Deus” (Beneficência Social, p. 77). Portanto, é lícito nas horas sagradas do sábado visitar en­fermos, viúvas e órfãos, encarcerados e compartilhar uma refeição. Ações sociais que podem ser realizadas em outro dia não devem tomar as sagradas horas do sábado.
21. Atividades missionárias. O apóstolo Paulo usava o sábado para persuadir “tanto judeus como gregos” acerca do evangelho (At 18:4, 11; cf. 17:2), demonstrando a importância de se reservar um tempo especial nesse dia para atividades missionárias. Sempre que possível, os membros da família devem participar juntos dessas atividades, para desfrutar a socialização cristã e desenvolver o gosto pelo cumprimento da missão evangelística.
Como adventistas do sétimo dia, somos convidados a seguir o exemplo de Deus ao des­cansar no sétimo dia da semana da criação (Gn 2:2-3; Êx 20:8-11; 31:13-17; Hb 4:4-11), de modo que o sábado seja, para cada um de nós, um sinal exterior da graça de Deus e um canal de Suas incontáveis bênçãos.


Assista esse lindo vídeo da música "Descanso para o coração" de Izabelle Coe e desfrute das bençãos de Deus para esse dia!



                                               Um feliz e abençoado sábado!! Êxodo 20:8

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Meditação para o culto do pôr do sol


Repreenderei o Devorador



Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos. Malaquias 3:11

Fidelidade não é medida apenas por palavras, mas principalmente por atos. A fidelidade, assim como a temperança, não abrange apenas um aspecto de nossa vida, mas toda ela. Quando somos fiéis a Deus devolvendo-lhe o dízimo e descansando no santo sábado, também conseguimos ser fiéis ao cônjuge, aos nossos compromissos e às pessoas que nos cercam.
Quantas vezes temos roubado alguns minutos de Deus fazendo tarefas após o horário do pôr do sol! Acabamos por nos atrasar para chegar em casa no horário, ou nos atrasamos ao arrumar alguma coisa em casa já em horas sabáticas.
Esta história conteceu na década de 70, na propriedade de meu pai, em São Borja, onde eu cuidava de 300 hectares de terra, e também de gado e ovelhas. Na lavoura, eram plantados trigo, milho, sorgo, arroz, linhaça e soja. Todos no tempo e na época devidos.
Em uma área de mais ou menos 18 hectares, plantei uma lavoura de soja, separada das demais, para mim. Era, mês de fevereiro, e a igreja de São Borja iria acampar em nossa propriedade. Nesse dia, o irmão Ilo Weber percebeu que a lavoura estava infestada de lagartas devoradoras. Como não era possível aplicar inseticida naquele dia, por estarem próximas as horas sabáticas, simplesmente disse a ele: “Deus proverá.” No culto do pôr do sol e no sábado, os irmãos presentes ao acampamento oraram pela lavoura.
Passou o sábado e, no domingo pela manhã, fomos com o irmão Ilo ver o que havia sobrado da lavoura. Vimos as lagartas todas esbranquiçadas e mortas, grudadas na parte inferior das folhas. Na época da colheita, como prova de gratidão, atendendo a solicitação do pastor Edson Pereira Gomes, tesoureiro do IACS na época, doamos ao educandário várias sacas de soja.
Realmente Deus operou um milagre na lavoura de soja. Louvado seja Seu nome! Vale a pena ser fiel.


Elmiro Oliveira Pereira
Associação Sul-Riograndense (USB)


Cante com sua família o hino 531 do hinário adventista "Do santo sábado Tu és Senhor!" E um FELIZ SÁBADO!!